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Mensagem Inspirada numa Tarde de Toros (Quantos homens-touros conhecemos na
arena da Vida? /waldir)

 

Quando pequeno, o touro é mimoso e cheio de graça, talvez por prever
o que lhe aguarda a vida, ele vai modificando as formas, o olhar, as feições e
os pensamentos. Carrancudo, olhos fixos no nada, a boca expressando não estou
gostando e os pensamentos feito turbilhão, prenuncia uma vida cheia de confusão.

Na natureza ele seria com certeza o dominador, pois que ninguém em sã
consciência o desafiaria.
Se trancado, uma verdadeira fera pronta para quebrar tudo a sua volta.

Se acuado, o ataque seria inevitável.
Uns têm a sorte de viver livre na natureza, outros ficam trancafiados com
objetivos únicos de procriação, os demais ficam sob as vistas e são controlados
para alguma função.

Normalmente, o touro por ser tão turrão, precisa ser controlado e isto o deixa
em estado desesperador, onde ele usa a sua arma mais poderosa, a cabeça, sendo
acentuada a sua ilusória determinação, ao longo da vida muitas cabeçadas vai
dar e não vai chegar a nenhum lugar…

O touro tem um porte altivo, passos determinados e ar de decidido, mas quem o
conhece a fundo, sabe ser ele muito inseguro e inconstante e talvez por isto,
nas arenas do mundo ele é usado para alegrar o mundo com as suas peripécias
descontroladas.

Sendo ele meio indeciso com relação à vida, não existe em sua vida atalhos,
mesmo que ele sempre se perca na vida.

Se solto na vida, não sabe para onde ir, divaga, sonha, planeja e fica no mesmo
lugar e faz de um pedacinho de terra o seu habitat natural.

Se preso por circunstâncias da vida, limita muito mais o seu espaço e se torna
indigesto, intratável e intolerável gesticulando feito fera, faiscando chispas
de ódio pelos olhos intumescidos e espumando pela boca.

Por estas limitações, por estas indecisões, o touro é o animal preferido nas
touradas.
Por ser tão confuso e imprevisível, ele diverte mais do que é levado a sério e
porque a sua vida é tão cheia de fantasias, enganos encontros e desencontros,
ele se torna uma presa fácil, exibindo-se numa insólita e pequena arena do
mundo.

Por achar-se diferente mas sendo visto como limitado por algumas pessoas, uma
delas ou todas, serão o seu objetivo, para ele provar o quanto é diferente, ao
menos é o que ele pensa, vendo nas pessoas ou em alguém em particular, um forte
inimigo de seus anseios e ideais, que se não atingidos, o mundo vai pagar caro
esta afronta…

Lá na arena está os amigos e colegas que se divertem com a inconstância do
touro, à sua frente esta o toureiro como objetivo a ser alcançado, um pano
vermelho das ilusões taurinas e as lanças e espadas, armas que minarão suas
energias.

O toureiro instiga e brinca com o touro e este sabe que a vida não é muito fácil
e que para sobreviver será preciso muita luta.

Como o touro divaga muito nos seus ideais, irritado, ao invés de ir de encontro
do toureiro como objetivo, de cabeça ele agride o pano vermelho das suas
ilusões.

A galera grita OLÉ e ele vai de cabeça de novo nas ilusões, outra vez OLÉ e mais
uma incerta e ilusória cabeçada.

O touro já está descontrolado e para mostrar que ele é o único no seu limitado
mundo, franze a cara, baba feito um louco, pisoteia o solo como mostrando ser o
senhor da situação e do seu espaço e sem calcular muito o golpe derradeiro
naquele que barra o seu caminho, de cabeça vai de encontro ao pano de objetivos
ilusórios e sente uma dor aguda da lança que já começa a minar as suas energias
e a vontade de viver.

Investe uma vez, outra vez e mais outra, errando sempre o ideal da luta.

Ensangüentado, todo espetado por lanças coloridas, pernas bambas, volta e meia
caindo de joelhos lambendo o chão do seu ilusório mundo, ele novamente fixa o
seu objetivo de vida e vai meio cambaleando, só que desta vez de encontro ao seu
objetivo de vida –

A qualquer custo ele precisa sobreviver e continuar na vida, mas como a vida já
havia lhe dado muita chance para que isto acontecesse, esta foi a sua última e
derradeira investida, pois a espada fulminante colocou fim na sua tumultuada e
incerta vida…

Seja você uma criança, um (a) jovem, homem ou mulher, a vida para todos de forma
comum será uma pequena arena, enquanto não a aceitarmos como ela é; cheia de
mistérios, prazeres e lutas, com seres dominantes e dominados, com derrotas e
vitórias, inconstâncias e fé, erros e acertos – Estaremos sempre atacando as
nossas ilusões e as ilusões que a vida nos brinda para que cresçamos e vivamos
uma vida plena – Cheia de Fé, Saudável e Feliz rumo aos caminhos da nossa
perfeição, sem egos desmedidos de nossa arrogância irresponsável e animal…

Você pode na vida:

• Apresentar-se no palco do mundo, mostrando o seu melhor, para que todos
aplaudam de pé a sua vitória.
• Digladiar numa pequena arena, expondo o seu mais baixo instinto, divertindo
aqueles assistem de camarote a sua derrota.
• Você pode ser o touro, que sem muita lógica de vida, entra de cabeça em tudo,
arrumando uma tremenda dor de cabeça no futuro.
• Você pode ser o toureiro, que enfrenta altivo, seus piores inimigos.
• Você pode ser o pano vermelho tremulando no ar as suas doces ilusões.
• Você pode ser a lança, que te fere e lanceta as pessoas ao longo da sua vida.
• Você pode ser a espada que mata e te tira a vida, e
• Você pode ser a boina que o toureiro oferece ao cosmos, como símbolo da sua
vitória e receber todas as bênçãos do céu, em forma de pétalas de rosas coroando
a sua atuação no grande espetáculo da vida.

Resumo do Tourocídio – Na Espanha, é muito comum as grandes touradas nas tardes
de domingo. Lá acontece verdadeiros tourocídios a divertir o populacho, com as
peripécias, incertezas e indecisões da vítima em questão, que é um touro.

Uma arena, típico ambiente do mundo limitado do touro,

O toureiro, seu suposto inimigo,

Um pano vermelho das ilusões taurina e uma espada,

O touro olha, espuma e ataca,

Ao invés de se lançar no objetivo de vida,

Vai de cabeça e acerta em cheio a ilusão,

O toureiro seu objetivo de vida, tira a espada e mata o ilusório ser que;

Sentindo-se senhor da situação, desorientado, perdeu o sentido e os objetivos da
vida…

Tourocídio
Sergio Menegueli

São Caetano do Sul, 30/06/2000

Um professor de Zen, após anos como orientador de um aluno particularmente sensível e sábio, resolveu lhe dar um presente:

 

“Estou ficando velho, em breve morrerei. Para simbolizar sua sucessão a mim como mestre vou lhe dar este livro valiosíssimo.”

 

O discípulo, entretanto, não estava interessado em livros:

“Não é necessário, obrigado, mestre. Eu aceitei o seu ensinamento como o Zen que prescinde a palavra escrita. Gosto de sua face original. Fique com seu precioso livro.”

 

O professor insistiu, e afirmou, orgulhoso:

“Este livro atravessou sete gerações, é uma relíquia! Por favor, fique com ele como um símbolo de sua aceitação do manto e da tigela!”

O outro apenas disse:

“Está bem, dê-me o livro.”

Ao recebê-lo, o discípulo simplesmente atirou o livro no fogo próximo, queimando-o. O professor ficou chocado. Gritou para o aluno, indignado:

“Como pôde fazer isso?! Era uma peça inestimável de conhecimento!”

Foi a vez do sábio discípulo ficar indignado:

“Como podes dar mais valor a papel e couro do que àquilo que me ensinastes diretamente, de forma pura? Ensinar uma sabedoria que não se pode praticar é como agir sem coração, e não ser nada mais do que um repetidor de textos sagrados. Tu me deste um objeto, e eu usufrui dele como considerei adequado. Como podes ficar indignado com um simples ‘dar e receber’?”

 

 

Koan: O que é “possuir”?

 

 

 

 

 

Passam as vidas, passam as eras. No entanto, uma coisa é certa: Sem a
ajuda secreta dos mestres a humanidade já teria sucumbido.

Eles operam em silêncio e com constância. Não pertencem a nenhum
grupo específico. Mas, sempre dão força aos trabalhadores justos,
Estejam onde estiverem.

O seu lema é o progresso da humanidade. O seu amor é incondicional. A
sua luz é para todos. O seu labor é anônimo.

Eles ensinam no silêncio. Suas vibrações são muito sutis E não são
detectadas pelos sentidos densos. Porém, transformam consciências
secretamente.

Eles cantam e oram pelos homens. Nada condenam, nunca doutrinam, só
amam. Não moram em rincões secretos do mundo. Moram nas dobras
secretas da alma.

Eles têm um sonho e trabalham por ele. Eles são os esteios do
progresso. Sustentam invisivelmente as atividades espirituais. Eles
querem ver o despertar das consciências.

Eles são os amigos da humanidade. São serenos e seus olhos são pura
doçura. Não ligam para nomes ou títulos. Amparam qualquer atividade
benéfica.

Enquanto a humanidade dorme, eles velam. Na noite escura da
semiconsciência humana, Os mestres são os archotes acesos em nome do
amor. Eles iluminam e esperam o despertar… e oram.

O mundo moderno é veloz e vazio. Os seus valores são superficiais e
temporários. As luzes de néon hipnotizam e rendem culto ao vazio.

Porém, os mestres insistem no amor e na espiritualidade.
Eles operam além dos modismos transitórios. Sua luz nunca hipnotiza,
pois é a luz da alma. Eles estendem as mãos por entre os planos E
tocam espiritualmente a quem precisa.

Eles nunca dizem o que fazer, só inspiram. Sábio é quem não pergunta
e só sente. Pois quando o coração fala ao coração, Não há mais nada a
dizer.

PS: Os caminhos da verdade são muitos e são muitos os peregrinos.

Porém, O CAMINHO além dos caminhos está cheio de Amor e quem passa
por ele só pensa em servir ao AMOR QUE AMA SEM NOME. Esse é o caminho
do coração. Quem anda por ele, sabe.

(Essas linhas são dedicadas aos sábios que compilaram os Upanishads e
que continuam inspirando secretamente aqueles que perseveram no
dharma* da espiritualidade entre os homens)

Paz e Luz
Wagner Borges
São Paulo, 03 de junho de 2002

Num antigo mosteiro chinês, no alto de uma montanha no Nepal, era o centro de uma paz absoluta, e monges de toda a China procuravam aquele monastério tão tradicional e reservado.

 

Todos os dias sempre às quatro e meia da manhã, o mosteiro se reunia em silêncio para a primeira meditação matinal, este momento era sagrado para os monges, e o silêncio da madrugada deveria sempre ser respeitado, mas em uma manhã de verão esse silêncio sagrado foi quebrado por um gato, o animal procurando comida e abrigo resolveu morar na cozinha do templo, e neste dia ele começou sua busca por comida caçando os ratos que também se instalaram por ali, o bichano iniciou uma balburdia insuportável, derrubando panelas, vasilhas, miando e correndo atrás dos ratos da cozinha, isto não seria problema para os monges se o gato não tivesse escolhido justamente o horário da madrugada para realizar suas caçadas, atrapalhando a concentração dos momentos de meditação.


Sob a ótica de conduta dos monges, eles deveriam ser piedosos com o animal, e nunca enxotariam o gato do mosteiro ou lhe fariam algum mal, durante alguns dias eles tentaram aceitar o barulho e deixar o gato livre, mas a arruaça foi ficando insuportável, e o mestre abade do templo resolveu tomar uma providência, pedindo que os monges amarrassem e amordaçassem o gato durante os períodos de meditação e o soltassem logo após a prática matinal.


Este procedimento foi feito durante muito tempo, resolvendo o problema de barulho durante as meditações da madrugada, os anos se passaram, o mestre abade morreu, e mesmo assim continuavam a amarrar o gato diariamente durante os momentos de meditação matinal, mais alguns anos se passaram e o gato morreu, e os monges preocupados, resolveram encontrar outro gato para colocar no lugar do antigo, e o novo gato continuou sendo amarrado diariamente.

 
As décadas se passaram, e novas gerações de monges e mestres mantiveram o hábito diário de amarrar o gato, que acabou se tornando um importante ritual naquele famoso e respeitado templo, e a esta altura, ninguém mais sabia o porquê de amarrar o gato, mas justamente por isso, aquele ritual se tornou muito importante, sendo uma característica famosa daquele monastério. Monges veteranos cobiçavam a importante função de amarrador de gatos, manuais foram criados com as normas e procedimentos de todo o processo para amarrar o gato, ensinando como pegar o gato, que tipo de corda e mordaça utilizar, quantas voltas com a corda deveriam ser dadas, que tipo de nó poderia ser feito, enfim, uma verdadeira enciclopédia do ritual de como amarrar e amordaçar o gato.


O tempo passou, e vários grupos de estudiosos começaram a dedicar suas vidas a estudar os manuais e a origem do ritual sagrado de amarrar o gato. Estes grupos se dividiram, e começaram a divergir sobre várias questões, várias interpretações surgiram, e correntes de seguidores começaram a defender teorias diversas sobre o ritual sagrado, estas divergências geraram conflitos internos, e as origens e processos do ritual passaram a ser o ponto de discórdia entre os dois grupos formados.

 

Um dos pontos principais de divergência era que, um dos grupos acreditava que somente gatos brancos poderiam ser amarrados, pois o branco simbolizava a pureza da alma e a evolução espiritual, o outro já defendia que qualquer gato poderia ser amarrado e que isto não fazia diferença nenhuma e resolveu ir embora do famoso monastério para fundar uma nova ordem, que daria continuidade ao ritual da forma que achavam correta, sendo assim, estes dois grupos passaram a divergir constantemente e não mantiveram mais contato, pois o primeiro era acusado de ser radical e o segundo de ser extremamente liberal.

Após a separação, novas correntes começaram a se formar, e um terceiro grupo começou a se formar, divulgando uma teoria que unia as duas linhas divergentes, eliminando seus defeitos e absorvendo suas qualidades.


O antigo monastério da montanha em Kathmandu no Nepal foi aos poucos se dividindo, e hoje nenhuma das linhagens existe mais, e o ritual de amarrar o gato caiu no esquecimento.

Este conto é muito interessante para evidenciar o que acontece em muitas empresas e instituições, instituições religiosas, é muito comum ver pessoas que cumprem normas e procedimentos totalmente sem sentido e sem fundamentos, que simplesmente são feitos porque alguém que já os fazia antes, e terminam sendo os fatores geradores da estagnação de muitas empresas.

A falta de questionamento e análise, afunda organizações, impede o processo criativo e inovador, emperrando o desenvolvimento dos negócios, precisamos desamarrar os gatos de nossas empresas, e desmistificar atitudes e conceitos retrógrados, muitas vezes sem sentido e ultrapassados.


Analise sua vida profissional e pessoal, e perceba quantos gatos existem aguardando para serem desamarrados.

 

 

Um homem estava interessado em aprender meditação. Foi até um zendo (local de prática meditativa zen) e bateu na porta. Um velho professor o atendeu:

“Sim?”

“Bom dia meu senhor,” começou o homem.” Eu gostaria de aprender a fazer meditação. Como eu sei que isso é difícil e muito técnico, eu procurei estudar ao máximo, lendo livros e opiniões sobre o que é meditação, suas posturas, etc… Estou aqui porque o senhor é considerado um grande professor de meditação. Gostaria que o senhor me ensinasse.”

O velho ficou olhando o homem enquanto este falava. Quando terminou, o professor disse:

“Quer aprender meditação?”

“Claro! Quero muito?” exclamou o outro.

 
“Estudou muito sobre meditação?”, disse um tanto irônico.

 
“Fiz o máximo que pude…” afirmou o homem.

“Certo,” replicou o velho. “Então vá para casa e faça exatamente isso: NÃO PENSE EM MACACOS.”

O homem ficou pasmo. Nunca tinha lido nada sobre isso nos livros de meditação. Ainda meio incerto, perguntou:

 
“Não pensar em macacos? É só isso?”

“É só isso.”

“Bem isso é simples de fazer” pensou o homem, e concordou. O professor então apenas completou:

“Ótimo. Volte amanhã,” e bateu a porta.

 
Duas horas depois, o professor ouviu alguém batendo freneticamente a porta do zendo. Ele abriu-a, e lá estava de novo o mesmo homem.

 
“Por favor me ajude!” exclamou aflito “Desde que o senhor pediu para que eu não pensasse em macacos, não consegui mais deixar de me preocupar em NÃO PENSAR NELES!!!! Vejo macacos em todos os cantos!!!!”

 

O que não provoca minha morte faz com que eu fique mais forte – Friedrich Nietzsche

 

Escolhi essa frase de Nietzsche para falar sobre a morte.

O que será isso que tanto nos assusta?

E por que tememos a única coisa que temos certeza em nossa vida?

Não sabemos se vamos casar, ter filhos, fazer uma faculdade, ser bons profissionais, ser felizes… Mas sabemos desde sempre, que iremos morrer, essa é nossa única certeza…

Talvez tememos pois não podemos controlar… Estamos na fila, só não sabemos qual nossa localização.. Será que somos o próximo? Ou ainda estamos mais para o final?

Mas de certa forma, como diria Martin Heidegger, é a morte que nos dá um sentido para a vida. Se não soubéssemos que iríamos morrer um dia, talvez adiássemos infinitamente tantas coisas a fazer e aprender…

Por isso prefiro pensar que a morte ocorre todos os dias… Tenho o dia de hoje, amanhã eu não sei…

E passamos mesmo por muitas mortes: cada perda ou fracasso pode representar a morte de algo, algo que gostamos ou que acreditamos. Mas essas mortes diárias nos proporcionam o renascimento também. Sofremos com a dor, mas aprendemos algumas lições no caminho, e geralmente ficamos mais fortes depois de enfrentar grandes sofrimentos, isso só depende de nós…

Eu não sei a minha ordem na fila, mas não quero ficar de braços cruzados esperando a morte chegar… Quero enfrentar todas as mortes que podem ocorrer no caminho e renascer mais forte para a vida! A cada minuto que tenho a dádiva de estar nesse mundo, quero amar, aprender, ensinar, trabalhar e aproveitar o máximo esse intervalo entre o nascer e o morrer… Buscar o sentido de viver a cada dia melhor do que vivi ontem, até o momento em que minha vez chegar. E nesse momento, posso não ter a certeza se continuarei vivendo em outra dimensão (creio que é mais uma convicção), mas terei a certeza que fiz o máximo que pude e vivi da melhor forma que encontrei…

Não quero deixar nada para outra vida, quero viver AGORA, pois ESSA é a vida que tenho, o que vier depois será bônus… J

 

Boa VIDA a todos!!

Aprendi que não importa quanto eu me importe, algumas pessoas simplesmente não se importam.

 

Aprendi que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isto.

 

Aprendi que falar pode aliviar dores emocionais.

 

Aprendi que levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destrui-la.

 

Aprendi que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.

 

Aprendi que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pela vida inteira.

 

Aprendi que o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.

 

Aprendi que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.

 

Aprendi que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam.

 

Aprendi que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa.

 

Aprendi que devemos deixar sempre as pessoas que amamos com palavras amorosas.

 

Aprendi que as circunstâncias e o ambiente têm influencia sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.

 

Aprendi que não devemos nos comparar com os outros, mas com o melhor que podemos fazer.

 

Aprendi que não importa até onde já cheguei, mas para onde estou indo.

 

Aprendi que não importa quão delicado e frágil seja algo, sempre existem dois lados.

 

Aprendi que leva muito tempo para eu me tornar a pessoa que quero ser.

 

Aprendi que se pode ir mais longe depois de pensar que não pode mais.

 

Aprendi que ou você controla seus atos ou eles o controlarão.

 

Aprendi que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.

 

Aprendi que paciência requer muita prática.

 

Aprendi que existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar isso.

 

Aprendi que meu melhor amigo e eu podemos fazer qualquer coisa, ou nada, e termos bons momentos juntos.

 

Aprendi que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que lhe ajudam a levantar-se.

 

Aprendi que há mais dos meus pais em mim do que eu supunha.

 

Aprendi que quando estou com raiva, tenho direito de estar com raiva. Mas isto não me da o direito de ser cruel.

 

Aprendi que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ela ame, não significa que ela não o ame com tudo que pode.

 

Aprendi que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiências que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou.

 

Aprendi que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens fora de cogitação. Poucas coisas são mais humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

 

Aprendi que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém. Algumas vezes você tem que aprender a perdoar a si mesmo.

 

Aprendi que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido. O mundo não pára para que você o conserte.

autor desconhecido

 

Um sábio estava meditando à margem de um rio quando um homem jovem, um tanto entusiasmado, o interrompeu.

 

“Mestre, eu desejo ser seu discípulo!”, disse o jovem.

 

“Por quê?” replicou o sábio.

 

O jovem era uma pessoa que sempre ouviu falar dos caminhos espirituais, e tinha uma idéia fantasiosa e romântica deles. Em sua imaturidade, ele achava que ser “espiritual” era algo como participar de um movimento, de uma crença, de uma moda, sem grandes conseqüências. Ele então pensou numa resposta bem “profunda” e disse:

 

“Porque eu quero encontrar DEUS!”

 

O sábio pulou de onde estava, agarrou o rapaz pelo cangote, arrastou-o até o rio e mergulhou sua cabeça sob a água. Manteve-o lá por quase um minuto, sem permitir que respirasse, enquanto o terrificado rapaz chutava e lutava para se libertar.

 

Finalmente o mestre o puxou da água e o arrastou de volta à margem. Largou-o no chão, enquanto o jovem cuspia água e engasgava, lutando para retomar a respiração e entender o que acontecera. Quando ele eventualmente se acalmou, o sábio lhe perguntou:

 

“Diga-me, quando estava sob a água, sabendo que morreria, o que você queria mais do que tudo?

 

“Ar!”, respondeu o jovem, amuado.

 

“Muito bem”, disse o mestre. “Vá para sua casa, e quando você souber ansiar por um Deus tanto quanto você acabou de ansiar por ar, pode voltar a me procurar.”

 

 

Um guerreiro famoso por sua inteligência foi até um mestre zen a fim de aprimorar sua sabedoria. Ao chegar à casa do mestre ele o saudou dizendo:

 

- Mestre, vim aqui para aprimorar o meu espírito.

 

O mestre olhou-o e convidou-o para tomar chá. Já dentro da casa, o mestre ajoelhou-se e convidou o guerreiro para que fizesse o mesmo e foi despejando o chá dentro da xícara do guerreiro sem pronunciar uma só palavra. À medida que a xícara enchia, o mestre continuava a despejar, sem dar sinais de que pararia com aquela ação, até que a xícara se encheu e transbordou, e mesmo assim o mestre não parava de despejar o chá, que, a esta altura, transbordava da xícara. Diante disso o guerreiro, espantado, indagou ao mestre:

 

- Mestre, perdoe-me, mas o senhor não está vendo que a xícara está cheia?

 

O mestre apenas levantou os olhos e respondeu:

 

- Sim, já havia percebido, porém, assim como esta xícara que está cheia, você também está cheio de si, eu nada posso acrescentar-lhe.

Quando você nasceu, não veio com manual do proprietário.Essas dicas fazem a vida funcionar melhor:

1- Você vai receber um corpo.
Pode amá-lo ou detestá-lo, mas é a única coisa que você com certeza
possuirá até o fim da sua vida.

2- Você vai aprender lições.
Ao nascermos, somos imediatamente inscritos numa escola informal
chamada “Vida no Planeta Terra”. Todas as pessoas e acontecimentos
são “professores universais”.

3- Não existem erros, apenas lições.
Crescimento é um processo de experimentação, no qual as “falhas” são
tão parte do processo quanto os “sucessos”.

4- Uma lição é repetida até que seja aprendida.
Será apresentada a você em várias formas, até que você enfim entenda.
Poderá, então, passar para a próxima lição.

5- Se não aprender as lições fáceis, elas se tornam difíceis.
Problemas externos são o preciso reflexo do seu estado interior.
Quando você limpa obstruções, seu mundo exterior muda. A dor é o
jeito do universo chamar a sua atenção.

6- Você saberá quando aprendeu uma lição quando suas ações mudarem.
Sabedoria é prática.

7- “Lá” não é melhor do que “aqui”.
Quando “lá” se torna “aqui”, você vai simplesmente arranjar
outro “lá”, que de novo parecerá melhor que “aqui”.

8- Os outros são um espelho de você.
Você não pode amar ou odiar alguma coisa sobre o outro a menos que
reflita algo que você ama ou odeia em você mesmo.

9- Sua vida, só você decide.
A vida dá a tela, você faz a pintura. Escolha as cores e pegue os
pincéis!

10- Você sempre consegue o que quer.
Seu subconsciente determina quais energias, experiências e pessoas
você atrai. Assim, o único jeito de saber o que você quer é ver o que
você tem. Não existem vítimas, apenas estudantes.

11- Não existe certo ou errado, mas existem conseqüências.
Dar moral não ajuda. Julgar também não. Apenas faça o melhor que
puder.

12- Suas respostas estão dentro de você.
Crianças precisam de direção dos outros. Quando amadurecemos,
confiamos em nossos corações, onde as leis universais estão escritas.
Você sabe mais do que ouviu ou aprendeu. Tudo que você precisa é
olhar, prestar atenção, e confiar.

13- Você vai esquecer tudo isso.

14- Mas pode lembrar sempre que quiser.

autor desconhecido

 

 

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