Hoje na Folha de São Paulo, Carlos Heitor Cony fala sobre o bem e o mal, encerrando sua crônica com uma frase do poeta Ovídio, que diz “Vejo o Bem e o aprovo, mas faço o Mal “.

Me chamou a atenção o fato dessa frase ser muito parecida com aquela de Paulo, onde ele reconhece que não faz todo o bem que deseja, mas que o mal que não deseja, esse ele faz, o que, no fundo no fundo, é a realidade de quase todos nós que ainda nos debatemos entre aquilo que a razão nos manda fazer e aquilo que nosso sentimento nos leva a fazer.

Porém, estamos chegando num momento em que, cada vez mais, precisamos reforçar nosso compromisso com o bem, abdicando do mal, seja a forma que ele tomar.

Nesta fase de transição onde luz e sombra ficam cada vez mais contrastantes, é importante sabermos exatamente de que lado pretendemos ficar, lembrando sempre o ensinamento evengélico que fala que não basta não fazer o mal, mas é necessário fazer todo o bem possível.

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