Quando adquirimos e cultivamos bons valores nós passamos a agir de forma absolutamente ética.

Alguém já disse que nosso nível ético pode ser medido pelas coisas que fazemos quando estamos sozinhos. Numa especulação gratuita posso dizer que os dois casos que dão título a este post foram gerados pelo “ninguém vai saber” (SE as versões apresentadas pelos envolvidos forem verdadeiras, que fique claro).

Novamente vamos refletir: quantas coisas nós mesmos fazemos amparados por essa suposta falta de testemunhas? Digo “suposta” porque nós, espíritas, sabemos que estamos o tempo todo acompanhados por várias testemunhas invisíveis.

Mais do que isso: nós os espíritas sabemos que devemos nos preocupar com o julgamento que NÓS MESMOS iremos fazer a nosso respeito. Nossa consciência é um juiz muito severo e, por mais que tentemos ignorá-la, sabemos que, mais dia ou menos dia, teremos um encontro com ela.

Estaremos preparados para esse dia?

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