julho 2008


O que não provoca minha morte faz com que eu fique mais forte – Friedrich Nietzsche

 

Escolhi essa frase de Nietzsche para falar sobre a morte.

O que será isso que tanto nos assusta?

E por que tememos a única coisa que temos certeza em nossa vida?

Não sabemos se vamos casar, ter filhos, fazer uma faculdade, ser bons profissionais, ser felizes… Mas sabemos desde sempre, que iremos morrer, essa é nossa única certeza…

Talvez tememos pois não podemos controlar… Estamos na fila, só não sabemos qual nossa localização.. Será que somos o próximo? Ou ainda estamos mais para o final?

Mas de certa forma, como diria Martin Heidegger, é a morte que nos dá um sentido para a vida. Se não soubéssemos que iríamos morrer um dia, talvez adiássemos infinitamente tantas coisas a fazer e aprender…

Por isso prefiro pensar que a morte ocorre todos os dias… Tenho o dia de hoje, amanhã eu não sei…

E passamos mesmo por muitas mortes: cada perda ou fracasso pode representar a morte de algo, algo que gostamos ou que acreditamos. Mas essas mortes diárias nos proporcionam o renascimento também. Sofremos com a dor, mas aprendemos algumas lições no caminho, e geralmente ficamos mais fortes depois de enfrentar grandes sofrimentos, isso só depende de nós…

Eu não sei a minha ordem na fila, mas não quero ficar de braços cruzados esperando a morte chegar… Quero enfrentar todas as mortes que podem ocorrer no caminho e renascer mais forte para a vida! A cada minuto que tenho a dádiva de estar nesse mundo, quero amar, aprender, ensinar, trabalhar e aproveitar o máximo esse intervalo entre o nascer e o morrer… Buscar o sentido de viver a cada dia melhor do que vivi ontem, até o momento em que minha vez chegar. E nesse momento, posso não ter a certeza se continuarei vivendo em outra dimensão (creio que é mais uma convicção), mas terei a certeza que fiz o máximo que pude e vivi da melhor forma que encontrei…

Não quero deixar nada para outra vida, quero viver AGORA, pois ESSA é a vida que tenho, o que vier depois será bônus… J

 

Boa VIDA a todos!!

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Aprendi que não importa quanto eu me importe, algumas pessoas simplesmente não se importam.

 

Aprendi que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isto.

 

Aprendi que falar pode aliviar dores emocionais.

 

Aprendi que levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destrui-la.

 

Aprendi que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.

 

Aprendi que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pela vida inteira.

 

Aprendi que o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.

 

Aprendi que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.

 

Aprendi que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam.

 

Aprendi que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa.

 

Aprendi que devemos deixar sempre as pessoas que amamos com palavras amorosas.

 

Aprendi que as circunstâncias e o ambiente têm influencia sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.

 

Aprendi que não devemos nos comparar com os outros, mas com o melhor que podemos fazer.

 

Aprendi que não importa até onde já cheguei, mas para onde estou indo.

 

Aprendi que não importa quão delicado e frágil seja algo, sempre existem dois lados.

 

Aprendi que leva muito tempo para eu me tornar a pessoa que quero ser.

 

Aprendi que se pode ir mais longe depois de pensar que não pode mais.

 

Aprendi que ou você controla seus atos ou eles o controlarão.

 

Aprendi que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.

 

Aprendi que paciência requer muita prática.

 

Aprendi que existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar isso.

 

Aprendi que meu melhor amigo e eu podemos fazer qualquer coisa, ou nada, e termos bons momentos juntos.

 

Aprendi que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que lhe ajudam a levantar-se.

 

Aprendi que há mais dos meus pais em mim do que eu supunha.

 

Aprendi que quando estou com raiva, tenho direito de estar com raiva. Mas isto não me da o direito de ser cruel.

 

Aprendi que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ela ame, não significa que ela não o ame com tudo que pode.

 

Aprendi que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiências que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou.

 

Aprendi que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens fora de cogitação. Poucas coisas são mais humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

 

Aprendi que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém. Algumas vezes você tem que aprender a perdoar a si mesmo.

 

Aprendi que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido. O mundo não pára para que você o conserte.

autor desconhecido

 

Um sábio estava meditando à margem de um rio quando um homem jovem, um tanto entusiasmado, o interrompeu.

 

“Mestre, eu desejo ser seu discípulo!”, disse o jovem.

 

“Por quê?” replicou o sábio.

 

O jovem era uma pessoa que sempre ouviu falar dos caminhos espirituais, e tinha uma idéia fantasiosa e romântica deles. Em sua imaturidade, ele achava que ser “espiritual” era algo como participar de um movimento, de uma crença, de uma moda, sem grandes conseqüências. Ele então pensou numa resposta bem “profunda” e disse:

 

“Porque eu quero encontrar DEUS!”

 

O sábio pulou de onde estava, agarrou o rapaz pelo cangote, arrastou-o até o rio e mergulhou sua cabeça sob a água. Manteve-o lá por quase um minuto, sem permitir que respirasse, enquanto o terrificado rapaz chutava e lutava para se libertar.

 

Finalmente o mestre o puxou da água e o arrastou de volta à margem. Largou-o no chão, enquanto o jovem cuspia água e engasgava, lutando para retomar a respiração e entender o que acontecera. Quando ele eventualmente se acalmou, o sábio lhe perguntou:

 

“Diga-me, quando estava sob a água, sabendo que morreria, o que você queria mais do que tudo?

 

“Ar!”, respondeu o jovem, amuado.

 

“Muito bem”, disse o mestre. “Vá para sua casa, e quando você souber ansiar por um Deus tanto quanto você acabou de ansiar por ar, pode voltar a me procurar.”

 

 

Um guerreiro famoso por sua inteligência foi até um mestre zen a fim de aprimorar sua sabedoria. Ao chegar à casa do mestre ele o saudou dizendo:

 

– Mestre, vim aqui para aprimorar o meu espírito.

 

O mestre olhou-o e convidou-o para tomar chá. Já dentro da casa, o mestre ajoelhou-se e convidou o guerreiro para que fizesse o mesmo e foi despejando o chá dentro da xícara do guerreiro sem pronunciar uma só palavra. À medida que a xícara enchia, o mestre continuava a despejar, sem dar sinais de que pararia com aquela ação, até que a xícara se encheu e transbordou, e mesmo assim o mestre não parava de despejar o chá, que, a esta altura, transbordava da xícara. Diante disso o guerreiro, espantado, indagou ao mestre:

 

– Mestre, perdoe-me, mas o senhor não está vendo que a xícara está cheia?

 

O mestre apenas levantou os olhos e respondeu:

 

– Sim, já havia percebido, porém, assim como esta xícara que está cheia, você também está cheio de si, eu nada posso acrescentar-lhe.