Nossas palavras e atitudes espelham nosso caráter.

Nossas atitudes escrevem nosso destino. Portanto, somos responsáveis pela vida que temos.

Culpar os outros pelo que nos acontece é pura ilusão. O aprendizado é nosso e intransferível.

Quanto mais depressa aprendermos isso, significa menos lambanças e menos sofrimentos.

Cada pensamento nosso, em que acreditamos, gera uma atitude. As quais são frutos das nossas crenças e pautam nossas ações.

Cada atitude nossa movimentam energias à nossa volta e uma consequente reação. É como estar numa piscina. Qualquer gesto na água transforma-se em ondas que vão e vêm…

Como numa piscina, estamos todos mergulhados na Mente Universal, cercados de energias. Elas são neutras. São nossas atitudes que lhes darão um padrão projetando-as para o futuro, gerando reações no sistema, que reage e responde, entregando-nos um resultado.

Nossas atitudes sempre tem uma resposta da Vida. Que age sempre pelo melhor, porém, essa situação não é definitiva. Quando modificamos nossas atitudes, elas substituem aquelas energias negativas que emitimos antes pelas melhores de agora.

Se for difícil preencher a sua vida com boas atitudes, procura colocar um bom teor em suas palavras.

Nossas palavras são o tapete sonoro onde estão estampados os nossos sentimentos; e nossas atitudes são o resultado das expressões absorvidas e imprimidas pelo nosso comportamento mental.

Expresse gratidão com palavras e atitudes. Sua vida mudará muito de modo positivo.

Eu amo as palavras, mas sou completamente apaixonada por atitudes.

Viva de modo que tuas atitudes falem tão alto que não seja necessário que tu digas palavra alguma!

Atitudes são como um bumerangue. Temos que medir a força com que o jogamos; Pois ao voltar ele pode cortar nossos dedos fora.

E você, seus dedos estão machucados?   😉

Parcerias do texto foi da WEB e as frases de efeito de: Zibia Gasparetto, Masaharu Taniguchi, Tati Bernardi, Augusto Branco, e Fernando Stein.

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Em sintonia com o artigo anterior de fluxo e refluxo,  a feliz composição de Lulu Santos Como Uma Onda.

 

Nada do que foi será

De novo do jeito

Que já foi um dia

Tudo passa

Tudo sempre passará

 

A vida vem em ondas

Como um mar

Num indo e vindo infinito

 

Tudo que se vê não é

Igual ao que a gente

Viu há um segundo

Tudo muda o tempo todo

No mundo

 

Não adianta fugir

Nem mentir pra si mesmo agora

Há tanta vida lá fora

Aqui dentro sempre

 

Como uma onda no mar

Como uma onda no mar

Como uma onda no mar

Como uma onda no mar

 

Só aprendemos vivendo as mudanças que  se nos apresentam.

Experiências diversas nos avalizam para novas vivências (novas vidas, embora a Vida seja uma só)

Evoluir é preciso.

Amigos,

Com qual frequência você revisa os pontos fortes e fracos de sua vida?

Já descobriu onde estão seus apegos?

Vale lembrar que APEGAR é agarrar-se a alguém ou a alguma coisa.

Nós nos agarramos a desejos, a hábitos, a atitudes, a ideias, a pessoas, a objetos, a medos, a emoções, a pensamentos, a situações e a tantas outras coisas.

Nós humanos tendemos a buscar segurança em tudo na vida, pois acreditamos que a nossa segurança vem de fora, daquilo que nos cerca: emprego, objetos, amigos, situações etc.

E quanto mais estáticas ‘essas coisas’ forem, passa-nos a impressão de segurança ampliando a ‘nossa zona de conforto’ e nos sentimos e ‘sentamos’ comodamente sobre elas, pois se nada daquilo ‘mexe’ lá fora, nós também não mexemos em nossa zona de conforto.

Nós seres humanos temos medo das mudanças, porém vivemos num mundo que se movimenta num sistema solar, que se movimenta numa galáxia que se movimenta num universo galáctico… Somente nós rejeitamos movimentação… Mas como, se Vida é movimento, é ação, é impermanência?

E o apego é o esforço que fazemos para impedir que algo mude e nos instabilize e nos traga insegurança, é um contra fluxo, um nadar contra a correnteza.

Apegar-se é apoiar-se naquilo ou naquela ‘segurança’ que achamos vir de fora. Nada mais falso por que não temos controle de que ‘as coisas’ permaneçam imóveis conforme nosso desejo. E essa falta de controle pode gerar medo, instabilidade, insegurança, rompendo a hipotética muralha da nossa zona de conforto.

Apegamo-nos as pessoas, nos ‘grudamos’ nelas,  colocamo-as como geradoras da nossa felicidade. E quando elas se movimentam, ou se afastam por algum motivo, desabamos, perdemos o chão ficamos desestruturados.

A primeira impressão é que vamos morrer… E é quase isso por que fizemos delas o nosso apoio. E isso também engloba situações, objetos, amigos, emprego…

Um reflexo deste apoio em pessoas ou coisas é aquela gaveta atulhada de papeis objetos, armários cheios de tralha estagnada há anos sem qualquer movimentação… Estão lá lhe dando um apoio incondicional. 🙂

Tudo à nossa volta se movimenta e há um fluxo natural de mudanças, as quais fazem parte da Vida e nos leva a um crescimento a uma Evolução. Portanto, você continuará em pé se estiver apoiado em si mesmo, sentindo-se seguro, mesmo que tudo a sua volta esteja se movimentando.

Não há segurança fora de você, acredite!.

Desapegue-se, solte-se dos outros, libere-os do seu agarramento, deixe a Vida fluir em seu ir e vir.

A Vida Sabe o que é melhor para você. Não tente arrastar o passado para o hoje, de lá ele não sairá. Viva as experiências que estão de acordo com o seu momento evolutivo. Viva o hoje, já que o por vir não se materializou.

E você está agarrado em quem, ou no que?

Se você soltar ‘essas coisas’ o que acontecerá na sua Vida?

Experimente a Felicidade ou a Liberdade de estar no comando de si mesmo, de Sua Vida.

 

(parceria com a WEB  e algumas frases pinçadas/waldir)

Um praticante certa vez perguntou a um mestre Zen, que ele considerava muito sábio:

“Quais são os tipos de pessoas que necessitam de aperfeiçoamento pessoal?”

“Pessoas como eu.” Comentou o mestre. O praticante ficou algo espantado:

“Um mestre como o senhor precisa de aperfeiçoamento?”

“O aperfeiçoamento,” respondeu o sábio, “nada mais é do que vestir-se, ou alimentar-se…”

“Mas,” replicou o praticante, “fazemos isso sempre! Imaginava que o aperfeiçoamento significasse algo mais profundo para um mestre.”

“O que achas que faço todos os dias?” retrucou o mestre. “A cada dia, buscando o aperfeiçoamento, faço com cuidado e honestidade os atos comuns do cotidiano. Nada é mais profundo do que isso.”

 

Conto Zen

 

Um praticante foi até o seu professor de meditação, tristemente, e disse:

 

“Minha prática de meditação é horrível! Ou eu fico distraído, ou minhas pernas doem muito, ou eu constantemente fico com sono. É simplesmente horrível!!!!”

 

“Isso passará,” o professor disse suavemente.

 

Uma semana depois, o estudante retornou ao seu professor, eufórico:

 

“Minha prática de meditação é maravilhosa! Eu sinto-me tão consciente, tão pacífico, tão relaxado, tão vivo! É simplesmente maravilhoso!!!!!”

 

O mestre disse tranqüilamente:

 

“Isso também passará…”

 

Quando era jovem, o então monge Ikkyu e seu irmão estavam arrumando o quarto de seu mestre, e num acidente o irmão quebrou a tigela da cerimônia do chá favorita do sábio professor. Ambos ficaram assustados, pois a tigela era muito estimada pelo mestre, pois foi um presente do imperador. Entretanto, Ikkyu disse ao irmão:

“Não se preocupe. Sei como abordar a questão com nosso mestre!”

Juntou os pedaços de cerâmica, escondeu-os no manto, saiu para o jardim do templo e sentou-se a esperar pelo velho sábio. Quando este se aproximou, Ikkyu propôs-lhe um Mondo (uma seqüência de perguntas e respostas):

“Mestre, é dito que todos os seres e todas as coisas no Universo estão fadadas a morrer?”

“Sim,” respondeu o Mestre, “o próprio Buddha assim afirmou, e tal conceito é inegável: todas as coisas têm de perecer.”

“Sendo assim, devemos compreender a natureza da impermanência, e superar o sofrimento ignorante pelas perdas que são, afinal, relativas e inevitáveis.”

“Com certeza, tal compreensão faz parte do caminho correto!” disse o mestre feliz pela sagacidade de seu jovem discípulo. Neste momento, Ikkyu retirou os cacos de sua manga, pousou-os à frente do mestre e disse:

“Mestre, sua querida tigela de chá morreu…”

E saiu ligeiro da presença do surpreso sábio…

Certo dia um Mestre falava para seus alunos sobre a natureza da Perfeição.

Um dos discípulos, céptico quanto a possibilidade de poder realmente algo chegar à perfeição concretamente e

incapaz de compreender o sentido do que o Mestre falava, observou próximo ao grupo um cesto de maçãs e disse ironicamente:

“Mestre, fiquei fascinado com sua explicação sobre a Perfeição. Poderia o senhor, para ilustrar o que acabou de dizer, me dar uma maçã perfeita?”

O Mestre calmamente olhou dentro da cesta, retirou uma maçã e entregou ao aluno.

Pegando-a, este viu que a fruta estava com uma parte podre num dos lados. Olhou para o professor e disse arrogante:

“Essa é a perfeição de que fala? Esta maçã tem uma parte podre!”

“Sim,” replicou o Mestre. “Mas para teu nível de compreensão e discernimento, esta maçã podre é o máximo de maçã perfeita que poderás obter…”

Conto Chinês